Saber um pouco do idioma e da cultura local de um país ajuda a fechar negócios

Na semana passada, postamos aqui um artigo publicado na revista Newsweek sobre a predominância do inglês no mundo dos negócios, apesar de não ser o idioma com maior número de falantes no mundo, como é o caso do mandarim, idioma oficial da China.

Nesta semana, voltamos ao assunto comentando uma matéria publicada no caderno Especial do jornal Folha de S. Paulo da última sexta-feira (28). O texto  mostra que o inglês continua a ser o idioma mais utilizado (pelo menos em questões comerciais) no mundo todo, porém, saber um pouco o mandarim pode fazer diferença em certas situações. “Para alguns profissionais, dominá-lo soa como ponto a favor no currículo. Especialmente para quem ocupa cargos de gerência e vislumbra a possibilidade de fazer negócios com os asiáticos”. Também soa positivamente para quem quer trabalhar em multinacionais que se instalaram aqui. Ou seja, saber algumas palavras cria um clima amistoso e pode facilitar negociações.

Para especialistas, mais do que aprender o mandarim, é importante conhecer a cultura chinesa – uma dica que vale para qualquer pessoa que recebe um estrangeiro ou visita outro país. Nem todos os povos, por exemplo, apreciam a informalidade e a aproximação física e nem todos querem fechar negócio sem saber mais sobre a pessoa com quem estão tratando.

Profissionais que conhecem a cultura chinesa deram alguns exemplos de situações na reportagem. Os chineses não fazem negócios sem antes fazer amizade, marcar um jantar. Eles considerariam gafes se você se servir primeiro ou convidar alguém e depois sugerir a divisão da conta… (nós também!). É considerado desrespeito não levar cartão de visitas ou entregá-lo com uma mão só. Um gerente de exportações acrescentou que clientes chineses gostam de ver o esforço alheio para se comunicar em seu idioma, embora a maior parte dos diálogos seja em inglês. E uma estudante de relações internacionais afirma que saber um pouco de mandarim ajuda até a entender o inglês dos chineses porque eles falam com muito sotaque.

Qual a sua opinião sobre esse assunto?

What does it take to fall in love with a place?

I first went to Rio a few years ago, with the feeling I would have a blast. I had the company of some of my best friends, who are originally from the city and took me everywhere worth seeing and trying, places that are off the beaten track and not tourist traps. I even went back there a couple of times after that, but nothing like the week between last Christmas and New Year’s, when I truly fell in love with this amazing place. Leia mais

Mandarim pode substituir o inglês?

Depois da explosão demográfica ocorrida nas últimas décadas, que exigiu medidas legais para limitar o crescimento das famílias, a China se destaca hoje por outra explosão, a econômica. O país se destaca como uma potência que exporta para a maioria dos países do mundo e produz em larga escala.

Tanto sucesso fez com que muitas pessoas acreditassem que deveriam correr para aprender mandarim, o idioma chinês. Mas será que o fato de ser o idioma mais falado no mundo faz dele imprescindível e universal para a economia mundial? Falar e entender mandarim será fundamental para negociar com os chineses?  

Esta é a questão abordada em um artigo publicado pela revista Newsweek. Nele, o autor John McWhorter, da Universidade de Columbia e colaborador do jornal The New Republic, reforça o que todos nós desconfiávamos: o inglês, sim, vai continuar a ser o idioma universal. Leia aqui.

Feliz aniversário, São Paulo!

São Paulo faz 457 anos! A antiga São Paulo de Piratininga, que os padres jesuítas José de Anchieta e Manoel da Nóbrega conheceram em 1553, quando buscavam um local seguro para se instalar e catequizar os índios, cresceu e hoje é um gigante.

A maior cidade da América do Sul tem mais de 11 milhões de habitantes. Cheia de encantos, rótulos, histórias, vitórias, oportunidades, carências… mas moderna, atraente e – vamos combinar? – apaixonante!

Parabéns, São Paulo!

CEL LEP e empresas: uma parceria de sucesso!

Que o mercado corporativo exige de seus profissionais um bom nível de inglês todo mundo sabe. Mas como saber se o curso escolhido vai mesmo corresponder às necessidades da empresa?

Empresas parceiras do CEL LEP estão colhendo bons resultados de seus profissionais, obtidos por um trabalho focado em resultados. A metodologia do CEL LEP leva em conta as várias habilidades necessárias para que o aluno utilize o idioma com conhecimento e segurança. No mercado corporativo, o profissional ganha confiança e habilidade para falar, escrever e entender o idioma em atividades como participar de reuniões com clientes estrangeiros, atender ligações internacionais, ler e redigir mensagens e contratos e estar habilitado para cursos e viagens internacionais.

Para garantir o acesso fácil aos cursos, o CEL LEP tem unidades em endereços estratégicos da cidade de São Paulo. Confira quais são esses locais e veja o que está mais perto de você!

Neste vídeo, a coordenadora da filial Paulista, Elenice Pereira, mostra os diferenciais do CEL LEP. Veja também as opiniões dos alunos, profissionais que usam no dia-a-dia o idioma, com segurança. Eles relatam suas experiências no mercado e as habilidades que conquistaram.

Teens of CELLEP

Os cursos Teens do CEL LEP têm ajudado, por muitos anos, nossa juventude a estar bem preparada para viagens de intercâmbio, vestibular e também para o futuro profissional. Os alunos reconhecem nos cursos uma forma de ganhar fluência, segurança e desinibição na hora de se comunicar. Se você já conhece o curso, sabe do que estamos falando; e se não conhece, venha porque você vai gostar! 

Para mostrar um exemplo do que os alunos acham do curso, resolvemos compartilhar um vídeo feito no ano 2000 – há 11 anos! - com alunos que estudavam do CEL LEP Santo André. Eles cantam uma música com letra que comemora os 35 anos da fundação do CEL LEP. Assistam!   

(Based on “How you remind me”, da banda canadense Nickel Back)

We are the teens of Cel Lep
I come here ’cause my mother tells me
Tired of studying all morning
the teachers here are not so boring
This is where you will find me

Repeat This is where you will find me
In lab or in class
Don’t feel blue or worried
Working hard can always bring you glory
Speaking right you’ll make it
No matter how you’ve got keep on trying
I’ve been strong until now
Almost flunked but I had to study
You can pass if you have
A little bit of confidence

Repeat Cel Lep, Cel Lep, Cel Lep go, go !

Just in case you don’t know
I’m gonna tell you something so important
We’re singing this song
‘Cause we’re celebrating Cel Lep’s birthday

Falar outro idioma é importante até no futebol

Na semana passada, o jogo entre Brasil e Paraguai no campeonato Sul-Americano Sub-20 chamou a atenção por causa da expulsão de dois brasileiros, Zé Eduardo e Henrique. Questionado sobre o fato após a partida, o técnico Ney Franco explicou que o Brasil, por ser o único país do continente que não fala espanhol, tem dificuldade de comunicação com os árbitros, o que prejudica o time. Ele informou que situações assim são comuns e por essa razão toda a equipe terá que prestar mais atenção.

O argumento pode não justificar o que aconteceu em campo, mas faz sentido. Somos o único país de língua portuguesa da América do Sul e esse fato é desconhecido para muitos estrangeiros. Uma situação comum quando brasileiros vão ao exterior é deparar com nativos tentando se comunicar em espanhol, imaginando que esse é nosso idioma materno. Eles estranham quando alguém daqui solicita que falem em inglês, por exemplo. Leia mais

Fale como você nunca falou

A campanha de marketing de 2011 do CEL LEP, no ar desde o início do ano, está dando o que falar.

FAÇA INGLÊS NO CEL LEP E FALE COMO VOCÊ NUNCA FALOU!

O slogan já traz o principal diferencial do curso –  a ênfase em conversação. No CEL LEP, o aluno fala muito mais inglês e aprende mais em menos tempo, com apoio do Laboratório de Línguas, Resource Center, acompanhamento individualizado e muito mais.

Além de veiculada na mídia impressa – Revista Veja, Revista da Folha e Jornal Folha de São Paulo, está também em paineis em pontos do no metrô, banners em portais na internet, cinemas e, não poderia faltar, nas principais rádios ouvidas pelo público-alvo da escola: CBN, OI e 89 FM.

O destaque vai para o jingle, que dispensa comentários. Ouça e você também vai querer vir para o CEL LEP para cair fora do “embromation”!

As relações humanas e o mundo virtual

Quantas vezes ao dia você escreve no mural de seus amigos de Facebook? Como você os cumprimenta por seus aniversários: com encontros, telefonemas ou um scrap do Orkut? Já teve alguma conversa séria com alguém  pelo MSN? Muito se discute sobre as redes sociais e amizades virtuais que nos cercam e as opiniões podem chegar a opostos extremos. Outro dia, conversava com alguns amigos sobre isso e chegamos a algumas conclusões bem interessantes. E acredito que esses relacionamentos virtuais podem ser bem bacanas, sim. Leia mais

Órgão canadense proíbe que rádios toquem música do Dire Straits

O Canadian Broadcast Standards Council (Conselho de Padronização da Radiodifusão Canadense), órgão que regula as rádios no Canadá, proibiu nesta semana a radiodifusão em todo o país da música “Money for Nothing“, sucesso do grupo inglês Dire Straits, lançado em 1985 no álbum Brothers in Arms.

A música, composição de Mark Knopfler, membro da banda, chegou a ganhar o Grammy de “Best Rock Performance by a Duo or Group with a Vocal” naquele ano.
A decisão se deu porque, no ano passado, um ouvinte prestou queixa na CSBC pela aparição da palavra “faggot” (bicha) na letra da música. O órgão então expediu uma norma dizendo que veicular “Money For Nothing” é uma violação das cláusulas sobre Direitos Humanos do código de ética da Associação Canadense de Emissoras de Rádio e TV, por “se referir à orientação sexual de forma degradante”.
A música já foi criticada por conter uma letra sexista, pelo trecho que cita “chicks for free” (garotas de graça) e racista, pela frase “banging on the bongos like a chimpanzee” (batendo nos bongôs como um chimpanzé), mas nunca havia sido banida.

Claro que as reações foram as mais desfavoráveis (veja matéria no Terra).

Confira também a notificação do CBSC com a letra da música.

No video, o autor da música, Mark Knopfler (de faixa vermelha na cabeça), junto com ícones como Sting, Eric Clapton, Elton John e Phil Collins no The Prince’s Trust Concert, em Wembley Arena, no ano de 1986.